Fenasoja

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Geral
11 de Novembro de 2019

Cléo Antonio Rockenbach fala com propriedade

52% da FENASOJA foi coordenada por Cléo. Ele relembra fatos importantes que marcaram sua trajetória.

 A frente da coordenação há 12 edições, Cléo Antonio Rockenbach não esconde a emoção de fazer FENASOJA. A cada edição, novos voluntários, desafios e números positivos. É assim que se faz a feira: com gestão. Para Cléo, falar de FENASOJA é relatar fases da sua vida com o evento, pois ele traz na memória a realização da 1ª edição, no ano de 1966, quando seu pai o levou até o parque para visitar a feira. ?As lembranças me remetem a vislumbrar a ocasião. Ir ao parque era praticamente sair da cidade, andar em estrada de chão e chegar ao meio da mata virgem e visualizar um pavilhão recém construído (Pavilhão 1), os pavilhões 2 e 3, o parque de diver­sões em pleno funcionamento, o local repleto de pessoas circulan­do e eu participando então como visitante?, lembrou.

 

 Cléo, antes de chegar à coorde­nação, foi expositor. Ele salienta que na década de 80 trabalhou no estande da Indústria de Máquinas Agrícolas Ideal, nos lotes 1 e 2 do bloco I. Na oportunidade, ocorreu a distribuição dos espaços para a realização de uma das conven­ções que a empresa realizava, tra­zendo para a feira concessioná­rias de todo Brasil, demonstrando no interior do parque (onde hoje está o bloco M) o funcionamento de colheitadeiras que colhiam os pés de soja, que eram manual­mente

 colocados na terra. ?Foi algo que chamou a atenção da comunidade. Era algo deslum­brante e um tanto curioso?. Na década de 90, mais precisamen­te no mês de julho de 1997, Cléo foi convidado pelo presidente da 12ª Fenasoja (edição 1998), Sérgio Lunardi, para assumir a função de coordenador geral. ?A função me oportunizou, junto aos volun­tários da nossa comunidade, a continuar na construção desta que é hoje a maior feira multisse­torial do Estado, conhecer pessoas e iniciar novas amizades, tanto nas comissões como expositores e fornecedores?, comenta.

Cléo lembra que descobrir, ga­rimpar e lapidar novas lideranças na comunidade regional é outra missão da feira. ?Mesmo que este objetivo não esteja explícito, duran­te o trabalho desempenhado pelos voluntários eles têm a oportunida­de de demonstrar suas qualidades profissionais e o espírito de ajudar na realização do evento, assumindo assim o que chamamos de ?labora­tório de lideranças? ?.

Para Rockenbach, a FENASOJA se destaca pelo papel que assume como mola propulsora do desen­volvimento regional, com desta­que para a realização de negócios, sendo uma vitrine de lançamento de novas tecnologias, prospecção de tendências, realização de even­tos nas áreas da cultura, de ne­gócios

 de gestão, no período que antecede a realização da feira, propiciando assim o movimento da economia da região.

?Destacamos a evolução da feira, pois no transcorrer de sua traje­tória, cada edição é diferente da anterior, cabendo aos presidentes aplicarem suas ideias, ambições e projetos, junto à Comissão Central, do que o grupo se propõe a exe­cutar, acompanhando a evolução e dinamismo do mercado ao seu redor, sempre acompanhados pelo Conselho Consultivo Permanente que nos indica, por suas experi­ências, o rumo correto a seguir?, enfatizou.

 

 Sobre sua trajetória como coor­denador geral, destaca a evolução profissional e a idoneidade da feira, construída no decorrer do tempo.

?Estes conceitos estavam presen­tes muito antes da 1ª Fenasoja, pois tivemos anteriormente a rea­lização 1ª Exposição Agropastoril e Industrial, no ano de 1934, a 2ª Festa Nacional do Milho, em 1953, a 1ª Exposição Regional de Suino­cultura em 1959, demonstrando assim o interesse de apresentar as potencialidades da região e a evolução desta matriz produtiva introduzida pelos protagonistas e colonizadores que aqui se estabe­leceram?, concluiu.

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